Ao Vivo
 
 
Siga ao vivo

Geral

Jovens, católicos ou não, podem enviar opiniões para Sínodo no Vaticano

Jovens, católicos ou não, podem enviar opiniões para Sínodo no Vaticano

Jovens têm duas maneiras para responder questionário do Sínodo dos Bispos sobre a Juventude A consulta pública para o Sínodo dos Bispos sobre a Juventude, que acontecerá no Vaticano, em outubro de 2018, está em aberto. Porém, o prazo para os que forem enviar suas opiniões por meio da CNBB termina dia 31 de julho.  Podem responder o questionário todos os jovens na faixa etária de 16 a 29 anos, sejam eles católicos ou não, afastados da Igreja ou até mesmo quem se sente ateu. “O Sínodo é para todos os jovens, nenhum deve sentir-se excluído. Vocês são os protagonistas. Mas também os jovens que se sentem agnósticos? Sim! Também os que têm uma fé menos consolidada? Sim, e também os que estão mais afastados da Igreja, os que se sentem ateus” –  Papa Francisco.  A 15ª Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos, convocada pelo Papa Francisco, terá como tema: “os jovens, a fé e o discernimento vocacional”. Os interessados podem responder ao questionário de duas maneiras:  1) Por meio da CNBB. Nesse caso, é preciso baixar o formulário em word, respondê-lo seguindo as orientações e encaminhar o documento para o email: [email protected] . O prazo final de envio: 31 de Julho de 2017;  2) Pelo questionário online. O Site do Sínodo disponiliza o questionário online em cinco idiomas, inclusive português. Acesse o site: http://youth.synod2018.va, responda as questões. Nesse caso, o prazo final será dia 30 de novembro de 2017. Além disso, a CNBB também motiva a participação dos jovens pelas redes sociais com a hashtag #popeasks, no intuito de partilhar experiências e expectativas para o Sínodo. Fonte: Redação Canção Nova, com Jovens Conectados
Bartolomeu I ao Papa: que as religiões construam pontes

Bartolomeu I ao Papa: que as religiões construam pontes

O Patriarca afirmou que “nunca pode existir violência alguma, nem justificativa para o terrorismo, em nome da religião” A mensagem do Patriarca Ecumênico de Constantinopla, Bartolomeu I, enviada ao Papa Francisco por ocasião das Festas dos Santos Pedro e Paulo, é dedicada aos mártires das Igrejas perseguidas e oprimidas no mundo. Nela, o Patriarca diz que Igrejas irmãs, unidas no sangue dos mártires, são testemunhas ainda hoje de “novas formas de perseguição e opressão”. Líderes do catolicismo, budismo, islamismo e judaísmo juntos no vídeo do Papa sobre diálogo inter-religioso / Foto: Reprodução do Vaticano “Nos últimos anos, temos sido testemunhas, com profunda dor, dos ataques contra os cristãos e os lugares de culto. As nossas Igrejas irmãs são próximas a todos os cristãos perseguidos e oprimidos dos nossos tempos e deste tempo”. Na mensagem, o Patriarca recorda a viagem do Papa, em abril, ao Egito onde acompanhou o Papa, para rezarem juntos pela “unidade, a paz e a justiça” e manifestar a proximidade à comunidade copta-ortodoxa do país. Bartolomeu recorda o que afirmou na Conferência Internacional sobre a Paz realizada na Universidade de Al-Azhar, no Cairo, reiterando que “nunca pode existir violência alguma, nem justificativa para o terrorismo, em nome da religião”. O Patriarca sublinha como, junto com o Papa, os líderes cristãos enfatizaram que “a violência é a negação de todos os credos e doutrinas religiosas”. Religiões para construir pontes Bartolomeu I, diz ainda que a humanidade pede, hoje, às religiões para serem “abertas e solidárias”. Segundo ele, o diálogo inter-religioso tem como objetivo superar os fundamentalismos e demonstrar que as religiões podem e deveriam servir para construir pontes entre as pessoas, ser instrumentos de paz e compreensão recíproca, respeitar todo ser humano. “Em um mundo colocado a duras provas por estes desafios, emerge com clara urgência o quanto é importante para as Igrejas cristãs fortalecer a sua unidade e trabalhar para chegar às plena comunhão, empenhando-se no diálogo do amor e da “verdade”, diz a autoridade religiosa. Fonte: Site Canção Nova, com informações da Rádio Vaticano