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<strong>Arquidiocese de Palmas inicia preparação para o Ano Missionário 2019</strong>

Arquidiocese de Palmas inicia preparação para o Ano Missionário 2019

Aconteceu no último sábado, 21 de abril, o I Encontro Arquidiocesano de Formação e Animação Missionária, realizado pelo Conselho Missionário Diocesano (COMIDI), na Comunidade Santa Maria Madalena Postel. O encontro deu início à preparação das pastorais, movimentos, organismos e Comunidades de Vida para o Ano Missionário, a ser vivido na Arquidiocese em 2019. O Encontro contou com formação ministrada pelo coordenador do Conselho Missionário Regional (COMIRE - Norte 3), padre Raimundo Araújo, da Diocese de Miracema do Tocanitns, com o objetivo de animar e potencializar a missão na Arquidiocese de Palmas. Ele fala sobre o foco da formação. “Temos como objetivo principal motivar as pessoas para darem respostas concretas ao convite que o Papa Francisco está fazendo, que é uma Igreja em saída, evangelizar. Para isso, é preciso, então, animar as pessoas. Tem que sair das quatro paredes, ir visitar pessoas, conhecer as pessoas, levar Jesus Cristo, que caminha conosco. ‘Potencializar’ não é algo que vem de fora, já está conosco. É o Batismo. O Batismo é que nos dá essa força de sermos evangelizadores e, ao mesmo tempo, evangelizados. Potencializar é fazer com que cada um descubra e viva a missão que está dentro de si”. O arcebispo metropolitano da Arquidiocese de Palmas, dom Pedro Brito, esteve presente e motivou os participantes com a leitura e meditação da Palavra de Deus e realizou uma dinâmica de reflexão e partilha sobre as forças, fraquezas, necessidades, potencialidades e possibilidades missionárias da Arquidiocese. Dom Pedro fala sobre a frase que motivou sua dinâmica: “Tudo com missão, nada sem missão”, que é um trecho do Hino que ele compôs para o 4º Congresso Missionário Nacional de 2017. “O canto termina dizendo: ‘tudo com missão, nada sem missão’. Porque a tendência da gente é separar as coisas: ‘eu vou fazer catequese’, não tem nada a ver com missão; ‘eu vou fazer a pastoral da Juventude’, não tem nada a ver com missão. Missionário é outra coisa. ‘Eu vou celebrar minha missa, fazer meus batizados, meus casamentos’, não tem nada a ver com missão. E essa frase quer desmistificar isso, tirar da cabeça das pessoas que se o que eu faço não for missão, para que serve para o Reino de Deus? O que essa ação, que a gente gasta tanto tempo e dinheiro, vai importar na construção do Reino de Deus? É por isso que a gente não deve fazer nada sem missão. E tudo o que nós fizermos na Igreja é uma missão; uma missão grande, missão pequena, mas é uma missão à serviço do Reino de Deus; estou à serviço de Deus, construindo a minha Igreja”. Dom Pedro conta, ainda, sobre a providência e a confirmação de Deus quanto ao Ano Missionário em 2019, determinado no Plano de Evangelização da Arquidiocese. “Deus é tão providente, que nós decidimos, há três anos atrás, que 2019 seria o ano missionário da diocese. Sabe o que aconteceu? O Papa proclamou o mês de outubro de 2019 como o mês missionário do mundo todo. Veja como nós tínhamos razão. Além de fazer uma coisa ‘missionariamente’ local, estamos ligados ao desejo do Papa de que o mês de outubro seja o mês missionário para todo mundo. É assim que a gente vai fazendo as coisas, antecipando os dons do Espírito Santo. Espero que as pessoas tenham colocado como uma força missionária os dons do Espírito Santo, a inspiração do Espírito Santo”. O Ano da Missão faz parte das urgências, prioridades, eixo norteador e objetivos do Quadriênio 2016-2019 e tem o objetivo de despertar as comunidades da Arquidiocese de Palmas para o anúncio de Jesus Cristo, por meio do serviço, do testemunho e do diálogo, em estado permanente de missão, como expressão visível de uma Igreja convertida e em saída.   Por Camila Soares/Rádio Liberdade Fotos: Camila Soares
<strong>Santo Expedito, sinal de pressa na conversão</strong>

Santo Expedito, sinal de pressa na conversão

Nesta quinta-feira, 19 de abril, celebramos o dia do santo dos aflitos, dos desesperados, das causas urgentes: Santo Expedito. Ele era comandante da 12ª Legião, conhecida como “Fulminata”, na cidade de Melitene, na Armênia, no final do século III. Essa legião romana era encarregada de proteger o império das invasões dos bárbaros orientais. Possuía um efetivo de mais de 6.800 soldados. Antes de sua conversão ao Cristianismo, como a maioria dos soldados romanos, o comandante Expedito tinha uma vida devassa, rodeada de luxo, prazeres e fama. O contato de Expedito com o Cristianismo aconteceu dentro da sua legião, em que uma parte dos soldados era cristã. Certa vez, em tempo de batalha, o exército ficou cercado por adversários e ajoelhou-se, pedindo a Deus que os livrassem dos inimigos. Depois de rezarem, partiram para o ataque, quando subitamente iniciou-se uma tempestade de granizo sobre os inimigos, que evacuaram. Expedito ficou impactado e pode sentir o poder de Deus. Antes de se tornar cristão, ele relutou e adiou sua conversão com desculpas. O demônio o tentava para que resistisse, e, em forma de corvo, o inspirava a repetir “Cras! Cras!”, que, no Latim, significa “amanhã”. Então, Expedito pisou decididamente na cabeça do corvo respondendo “Hodie!”, que quer dizer “hoje”, assumindo, assim, a disposição de se converter imediatamente, sem mais “cras”, sem mais procrastinação. Por isso, ele é considerado o santo das causas urgentes. Convertido, ele continuou por um tempo ainda chefe da sua legião, e foi espelho para a conversão de toda a sua tropa de soldados. E pela importância de seu posto, Expedito era uma influência forte a favor do Cristianismo dentro do Império Romano. Por isso, ele se tornou alvo do imperador Diocleciano. Foi preso e forçado a renunciar à sua fé. Ele não renunciou e seus castigos começaram pela flagelação romana. Permaneceu firme e, por não renunciar, foi decapitado com espada, por ordem do imperador, no dia 19 de abril do ano 303, em Melitene, na Armênia. A Igreja reconhece a devoção popular a Santo Expedito, que tem intercedido por milhares de fieis que o invocam, como contam os devotos Pedro Henrique e Joice Camila. “Eu sou muito grato a Santo Expedito nos meus estudos. Desde lá do Primário, Fundamental... Antes das minhas provas, eu sempre pegava o folhetinho – que eu sempre carrego na minha carteira – e no caminho para a escola eu sempre rezava a oração de Santo Expedito, fazia o pedido e confiava naquilo. Eu ficava muito ansioso, nervoso... e até hoje. Nas lutas da faculdade também procuro recorrer a Santo Expedito para que ele interceda pela minha mente, pelos meus estudos e pelas minhas batalhas diárias que eu, às vezes, venho passando. Santo Expedito, realmente, é um santo do hoje, não deixa para amanhã e cuida das coisas urgentes e impossíveis. Sou muito grato também à minha mãe por sempre ter colocado no nosso convívio que a gente tem que ser católico não só dos domingos, mas que saiba rezar, ter devoção aos santos, e confiar que eles podem interceder sobre a nossa vida”. “Eu virei uma propagadora do nome do Santo Expedito, é o meu santo de devoção, que eu tenho grande paixão. Todos os anos, nas novenas que eu faço, obtenho a graça. Na última, no ano passado, eu fiz a novena em prol do esposo da minha tia, que estava desempregado; tem uma filha com deficiência. Para a honra e glória do Senhor, assim que terminamos a novena de Santo Expedito, nove dias depois ele conseguiu ser efetivado para trabalhar. Ele é evangélico e, mesmo assim, reconhece a graça como intercessão de Santo Expedito”. Na sequência, vamos ouvir o canto a Santo Expedito, com letra, música e interpretação de Fátima Alves.   Santo Expedito, rogai por nós   Produção e apresentação: Camila Soares